Páginas

Mostrando postagens com marcador Planejando. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Planejando. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Iniciando o registro de casamento no cartório

Iniciei o registro do meu casamento no cartório. Sim, agora eu vou casar mesmo. Então o post de hoje será sobre como se preparar para esse momento. 

150 dias antes do casamento: descubra em qual cartório você fará o registro e verifique as regras. Procure informações no site do próprio cartório, e se as informações não estiverem claras, telefone para o cartório. Não procure informações sobre documentos e prazos em sites de casamento e blogs, porque estes podem estar desatualizados. É nessa hora que você descobre quando entrará com o processo de registro, se 120 ou 90 dias antes do casamento.

15 dias antes de levar os documentos ao cartório:

Descoberta a data para o início do processo, verifique a relação de documentos necessários no seu caso (casamento de solteiros, viúvos, divorciados, ect). Se o cartório tiver um site falho, telefone para lá e pergunte. Eu acho que liguei umas cinco vezes para o cartório perguntando coisas. É nessa hora que você deve procurar todos os documentos necessários e juntá-los em uma pasta. Assim, caso não encontre qualquer documento, terá tempo de pedir uma segunda via. 

Não esqueça de verificar quantas testemunhas serão necessárias. Convide testemunhas confiáveis, pois elas precisarão estar presentes no dia do casamento também. Aproveite para combinar com elas o dia e o horário da ida ao cartório.

Aproveite para verificar os custos do registro. Eu me esqueci de ver isso antes e na hora tivemos que pagar mais de 600 reais. Melhor ligar para o cartório e perguntar preço e formas de pagamento com antecedência. 

2 dias antes de levar os documentos ao cartório:

Revise sua pasta de documentos e tire todas as cópias necessárias. É melhor tirar com antecedência em lugares que cobram barato do que deixar para tirar na hora em locais próximos ao cartório, que cobram o olho da cara.

1 dia antes de levar os documentos ao cartório:

Verifique se o site do seu cartório possui a opção de cadastro online. O cadastro online agiliza seu processo e permite a obtenção de uma senha rápida, ou seja, menos fila. Só não sei dizer se todos os cartórios fazem isso.

Aproveite para determinar como ficará o nome dos noivos após o casamento. Chegar ao cartório sem ter uma conclusão sobre esse assunto é garantia de mico. Imagina os noivos discutindo isso no meio do cartório com todo mundo olhando? Essa questão dos nomes é muito pessoal e íntima, converse com seu noivo em particular bem antes de ir ao cartório, e cheguem lá decididos. 

No dia:

Tenha em mãos os telefones celulares das testemunhas, e não esqueça de carregar a bateria do seu!

Também tenha em mãos o telefone da cerimonialista, pois o pessoal do cartório pode perguntar.

Se sua cerimônia de casamento for só civil fora do cartório, não se esqueça de pegar informações sobre o juiz de paz, afinal, ele será o oficiante do seu grande dia! Pergunte se ele é bem-humorado e se aceita que as noivas telefonem para ele para combinar a cerimônia. Tem juiz que adora receber ligação dos noivos para conhecê-los melhor e combinar tudo. Anote o telefone dele.

Por fim, controle as emoções! O primeiro grande passo do seu casamento será dado! 


Update:

Respondendo aos comentários: Eu entrei com o processo no cartório do 2º ofício de Brasília, na 504 Sul.
As taxas que paguei são:

- Habilitação para Casamento
- Escrevente
- Casamento civil fora do local do cartório (a mais cara das três).

Ou seja, o alto valor se refere basicamente à ida do juiz ao local do casamento. Eu acho que casamentos no cartório são mais baratos. Por isso eu falo: telefonem para o cartório de vocês e perguntem!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Lidando com o orçamento e relações de poder: quando a família vai pagar

A maior dificuldade dos noivos ao organizar uma festa de casamento é o orçamento. Quando os noivos decidem pagar pela própria festa, a dificuldade se concentra em levantar o dinheiro e organizar as finanças. Quando é a família que se oferece para pagar, a dificuldade fica em estabelecer relações de poder na organização. Ou, usando as palavras exatas, definir quem manda no casamento. 

O meu caso é perfeito para servir de exemplo. Logo de cara meus pais se prontificaram a me oferecer uma festa de casamento. Eles estipularam um valor máximo que poderiam alcançar, colocando também as expectativas que tinham para o evento: um espaço confortável para os convidados e um serviço de qualidade, priorizando a boa comida. Feitas essas considerações gerais, eles foram generosos o suficiente para deixar todas as escolhas por minha conta e do noivo, dando quase nenhuma opinião não-solicitada. Para meus pais, a festa de casamento é dos noivos e deve, acima de tudo, ser do nosso agrado.

Os pais do noivo tem outro raciocínio. Eles também se prontificaram a pagar, querendo dividir a festa igualmente. Para eles, contudo, a festa de casamento é uma festa dos pais para os noivos, o que significa que, em última instância, os "donos da festa" são os pais. Como meus sogros são pessoas muito ocupadas, quase não tem tempo de ajudar com as questões práticas do casamento - apesar de quererem muito -  e como o noivo mora fora, a organização acabou caindo toda pra mim. Eu combino tudo com o noivo, assim o casamento fica do nosso jeito. Como os pais dele são tranquilos, acho que já entenderam que a idéia de que os pais são os donos da festa não cola com a gente. É claro que nós escutamos as opiniões - sejam elas solicitadas ou não - mas a decisão de atendê-las é nossa. 

É preciso diálogo

Alguns noivos, contudo, não tem a sorte de terem pais tão tranquilos quanto os nossos. Muitos noivos, inclusive, preferem se desdobrar em 20 para pagar a própria festa, podendo assim fazer tudo realmente do seu jeito. Escapar da relação "dinheiro é poder" é difícil em qualquer situação, e na organização de uma festa de casamento não é diferente. Muitos noivos quando não estão pagando não se sentem à vontade de fazer valer sua opinião. E ao mesmo tempo, muitos pais quando estão pagando se sentem os "donos da festa", querendo até mesmo impor vontades e opiniões. 

A tensão entre as expectativas reprimidas dos noivos e as decisões impostas pelos pais pode se tornar insustentável. Para que isso não aconteça, é preciso muita conversa logo no início dos preparativos. Tanto se os pais se oferecerem para pagar de livre e espontânea vontade, quanto se os noivos pedirem a contribuição, é preciso ver quais são as expectativas de cada um em relação ao evento. Não adianta os noivos quererem um casamento pequeno, estilo mini-wedding, se os pais querem convidar até os primos de 5º grau. Por outro lado, os noivos não podem querer um festão para 300 convidados se os pais só podem bancar 150. Estabelecer um número de convidados que agrade a todos - bem como um teto de gastos - é a primeira coisa a ser feita. E ambos os lados tem que saber ceder, é claro. 

Mas afinal, quem manda "mesmo"?

Na minha opinião, se os pais optaram por presentear os noivos com os meios para fazer uma festa, o presente está dado. Quando damos um presente a alguém, não dizemos a essa pessoa o que fazer com ele. Não é da sua conta se a pessoa vai levar o presente até a loja e trocar por outra coisa. O mesmo funciona com dinheiro, se é dado de presente, é dado. Não se mete o nariz se não for chamado. Isso vale em dobro para quem paga mas não ajuda. Não adianta nada se oferecer para pagar o casamento se você não tem nem cinco minutos do seu dia para ligar para aquele buffet que você sugeriu e quer porque quer que os noivos experimentem. É muito fácil pagar, não ajudar a pesquisar, a marcar horário, a nada, e depois dizer "não era bem isso que eu queria, seria melhor aquela outra opção".

É claro que um casamento mexe com emoções muito profundas e é claro que aos pais sempre se deve respeito. Mas os pais também devem respeitar os noivos. Determinar coisas só porque "estão pagando" ou fazer chantagem emocional é uma tremenda falta de respeito. Noivos, se perceberem que é esse o caso, corram. Ceder um pouco é saudável, mas se perceber que estão sendo deixados de lado em favor da opinião alheia (mesmo que seja dos pais), deem um basta na situação! Sem brigar, apenas explicando o lado de vocês: que é o casamento de vocês, oportunidade única na vida, e que vocês tem grandes desejos e expectativas para esse dia.

Dicas para evitar conflitos

Se seus pais ou os pais do noivo (ou ambos) se ofereceram para pagar a festa, o mais importante é deixar claro para todos que a palavra final é dos noivos, que os dois estão e estarão em perfeita sintonia entre si para decidir o que lhes deixará mais felizes no grande dia. O segundo passo é estabelecer o comprometimento de que os noivos nunca fecharão um contrato sem o conhecimento dos pais. Apresentar diversos orçamentos a quem estará pagando e perguntar se a despesa cabe no bolso é uma atitude mínima de respeito. Afinal, se os noivos não querem se endividar para pagar festa de casamento, os pais muito menos, não é?

Delegue tarefas e faça as pessoas se sentirem incluídas. Escolha um item que você não faz questão de decidir pessoalmente e peça para os pais resolverem por você. Eles irão sentir que suas opiniões são valorizadas e que estão ajudando. No meu caso, pedi para meu pai e meu sogro irem nas degustações dos buffets e escolherem o favorito. Os dois tem o paladar muito mais exigente e entendem muito mais de comida do que eu. Então por que não? Deu super certo. Pena que minhas outras tentativas de incluir os sogros não deram certo porque eles simplesmente não tem tempo, mas enfim...

Se mostrem dispostos a ouvir opiniões, mas saibam dizer "não" quando não concordarem com alguma coisa. Tranquilamente, sem brigar.

A parte mais difícil pode ser em estabelecer o tamanho da festa. Se você quer uma festa intimista com apenas 70 pessoas, mas seus pais querem convidar até a tia Gorete do Cabrobó, desapegue e esqueça. Nessa hora, eles "estão pagando" mesmo. O que não pode acontecer é os convidados dos noivos serem cortados em favor dos convidados dos pais. A festa ainda é dos noivos. Nessa hora, tente explicar que a festa de casamento é um celebração do amor de vocês e que vocês não querem estar cercados de parentes distantes que nunca viram na vida, ou colegas de trabalho deles que só entraram na empresa há dois meses. Mantendo os convidados dos noivos como maioria, o resto está tudo certo. Ah, e um certo respeito pelo tamanho de cerimônia desejado também é legal, ok senhores pais? Nada de impor uma festa para 300 pessoas se os filhos só querem 70... Que tal entrar em um acordo com 150?

Por fim, tratar de dinheiro não costuma ser fácil, mas se todas as partes envolvidas se tratarem como os adultos que provavelmente são (ninguém aí está querendo casar antes dos 18, né?), tudo dá certo.

E vocês, como estão resolvendo os assuntos financeiros da festa de casamento?

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Novo layout + dilema dos convites

Que tal o novo layout do blog? Achei fofíssimo. Como eu não sou muito habilidosa com layouts, HTML, etc, peguei uma das opções do blogger mesmo. hehe

Enfim, quem não tem assunto fala de layout, né? O que acontece é que eu estou correndo atrás de filmagem e convites, e estou meio perdida nesse meio. Alguém me sugere uma gráfica bacana em Brasília que não seja a Relevo? #help 

Queria um convite clássico e sofisticado, mas com um toque de criatividade e personalização. Compliquei demais? A princípio, pensei em um convite super clássico, com papel branco, sem muito fru-fru. Só que agora me empolguei com a idéia de fazer um convite que já apresente um pouco a festa, com cores da decoração, imagens, enfim. Mas tem que ser criativo, já que eu detesto convites com fotos ou caricaturas do casal. Foi mal, mas acho brega. 

Sigo na minha busca. Enquanto isso, deixo fotos de dois estilos de convites que têm me atraído: com renda e com um detalhe estampado, que pode ir tanto no convite quanto no envelope. E agora, qual escolher?



segunda-feira, 8 de julho de 2013

Alguns salões e casas de festa de Brasília - Parte 3

Pensando fora da casinha: os hotéis

Buscando sair um pouco da opção casa de festa, resolvi explorar a opção dos hotéis. 


O Hotel Nacional, infelizmente, perdeu muito do seu antigo glamour, para dizer o mínimo. Os famosos salões vermelho e azul são impensáveis. O salão vermelho nem janela tem. A opção que sobra é fazer o casamento em um dos dois restaurantes do hotel, os quais não cobram aluguel, somente o preço do buffet - que, reza a lenda, é excelente. Mas isso implicaria em fazer a cerimônia no meio do restaurante, o que eu ____________ (deixei espaço para vocês completarem a frase mágica). ($)


Brasília Palace Hotel

De longe o melhor atendimento. O Palace, além de um salão enorme, tem a vantagem de possuir diversos lugares para a cerimônia, desde o mezanino (todo envidraçado e com vista para o lago), passando pelas duas marquises externas, até o próprio jardim. O lago é uma presença marcante na paisagem, assim como as duas enormes figueiras do jardim. O salão possui um painel pintado pelo Athos Bulcão, e o mezanino possui uma parede de azulejos também do mesmo artista. A única venda casada que eles fazem é com a equipe de som, o resto é tudo por fora. Nem geladeira para o buffet eles tem, é o serviço contratado que deverá trazer seus equipamentos. ($$$)





Ok, agora é a parte em que eu admito que o Miró QUASE me fez desistir da minha regra de ouro e misturar cerimônia e jantar logo de vez. Super moderninho, o Miró mal precisaria de uma decoração - uma coisa supermoderna e minimalista daria conta do recado. Quase desisti dos meus planos originais para fazer um casamento moderninho, descontraído, vestido e terno mais simples, meio geek chic... Mas o noivo não embarcou na minha onda. Sem contar que os convidados teriam que ser realmente contados a dedo, a cerimônia teria que ser bem simplificada, sem aquela coisa de cortejo, músicos e tal, mas acho que seria uma idéia bacana. Lembrando que mini weddings estão em alta. ($$)
Um link para a sessão de imagens do restaurante: http://www.miro.brasil21gastronomia.com.br/principal/imagens 

Para ajudar a ilustrar o clima que seria o casamento no Miró: 









(Ok, empolgações particulares à parte, vamos prosseguir.)


Dica de clube - Clube da engenharia

Fica ao lado do Pier 21 e tem um salão muito amplo, com sacada que dá para o lago. A cerimônia pode ser realizada na ante-sala, logo na entrada, que é separada do salão e fica linda quando bem decorada. Não cheguei a fazer orçamento, mas imagino que seja uma boa opção para quem não quer gastar muito, já que o aluguel desse tipo de salão costuma ser muito em conta. ($)

Essa foi um pouco da minha experiência, espero que o relato seja útil. Até a próxima postagem.

domingo, 7 de julho de 2013

Alguns salões e casas de festa de Brasília - Parte 2

Continuando o relato da busca por salões, vale a pena destacar uma decisão que tomei e que serviu de guia máximo para a escolha do salão. Como meu casamento será apenas civil, decidi fazer a cerimônia e a recepção no mesmo local. Porém, queria que o ambiente da cerimônia fosse separado do ambiente da recepção, já que não queria os convidados assistindo à cerimônia já sentados à mesa do jantar. Tendo isso em mente, a filtragem ficou muito mais rápida e fácil. 

Casas de festa que visitei - Park Way e Lago Norte


É uma casa de festas muito ampla e bem cuidada. Há a possibilidade de realizar a cerimônia no jardim (assim como 90% das casas do Park Way), que tem laguinho e é uma gracinha.  O detalhe dessa casa é que o contrato do buffet já é definido, tem que ser o Coffee Break (mas fiquem tranquilos, é um dos melhores buffets da cidade). Eles não oferecem os móveis, que devem ser alugados com a decoração. Isso encarece um pouquinho, mas eu acredito que vale a pena simplesmente pelo fato de se ter mais opções. As casas que oferecem os móveis com o contrato geralmente só tem um tipo de mesa e um ou dois tipos de cadeiras. Contratar por fora abre todo um leque de possibilidades. (Não consegui copiar fotos do site, mas cliquem lá que vale a pena). ($$$)


Até agora não sei muito bem o que pensar dessa casa. No inicio gostei, mas depois não gostei, e hoje já não sei mais. Quando fomos, era dezembro e o lugar estava um pouco detonado, mas a dona me garantiu que eles estavam prestes a fazer uma renovação para o início do ano. Não sei, não voltei para ver o resultado. Eles também possuem um jardim onde pode ser realizada a cerimônia. Tirando o jardim, a opção é dentro do salão mesmo, uma coisa que não queria. Eles oferecem os móveis, mas eu não gostei nem um pouco das mesas redondas com tampo de vidro e base de vime. E o buffet é exclusivo deles, mas não fiz degustação. ($$)


Gostei do salão, mas a boate é muito separada do restante da festa, e o único espaço disponível para a cerimônia é... dentro do salão. Repetindo, não quero isso. Para quem for fazer a cerimônia em local diferente da recepção, como em uma igreja, o Solar Uberaba pode ser um local a se considerar para a festa. Contratos exclusivos: decoração e buffet. O preço bate mais ou menos com o da Casa Flor e Garten Haus. ($$)



A empresa Patú Anú possui dois espaços, o maior no Park Way e o menor no Lago Norte. O diferencial que oferecem é o cardápio gourmet mega sofisticado. O contrato de decoração também é exclusivo deles. No dia que fui visitar o espaço do Lago Norte, achei muito apertado - a decoração para o casamento do dia já estava posta, e acho que os noivos tentaram colocar gente demais onde não cabia (eu não faria uma festa para mais de 70 pessoas lá). O espaço da cerimônia ficava voltado para o lago, o que dá uma vista linda, mas o sol bate a tarde inteira, deixando o local muito quente. Quando passamos lá já tinha flor murcha...E o preço também não é para qualquer um.  ($$$$ Dinheiros, muitos dinheiros.)

Em breve a parte 3!

sábado, 6 de julho de 2013

Alguns salões e casas de festa de Brasília - Parte 1

De alguma forma, perdi a postagem que tinha escrito. #chatiada.

Vou tentar retomar o raciocínio mesmo assim, mas só de saber que não vai ficar a mesma coisa, perco um pouco a empolgação...

Enfim, iniciemos a parte prática do casamento. O primeiro passo é procurar o local. Para isso, é necessário responder a algumas perguntas: faremos cerimônia religiosa ou civil? A cerimônia será no mesmo local da recepção? Quantas pessoas pretendemos convidar? Ao responder essas perguntas vocês irão perceber que  é possível eliminar alguns locais apenas avaliando suas características via internet.

Ah, a santa internet! Pesquisar em blogs de noivas, não apenas nos sites oficiais dos salões, pode ajudar a economizar muita gasolina e sola de sapato! 

Ainda assim, não há nada como ver os locais com os próprios olhos, avaliar o atendimento, as condições do salão, etc. Nessa hora surge a dúvida: quantos salões devemos visitar? Isso é muito relativo. Alguns noivos chegam a visitar 20 salões antes de tomar uma decisão. Eu, como sou uma noiva muito objetiva e um pouco preguiçosa, pesquisei orçamentos pela internet de 10 locais, dos quais visitei apenas 7.

Vou compartilhar um pouco da experiência que tive. Fiz uma escala de preços: ($), ($$), ($$$) e ($$$$). Não é muito direta, mas espero que ajude.

Casas de festa que não visitei

Espaço Florativa

Achei maravilhoso pelas fotos. É ideal para mini wedding, já que atente no máximo 164 convidados. Uma pena ser um pouquinho longe. Fiquei com medo da distância atrapalhar não só os convidados, mas também os fornecedores. Vai que alguém fura o pneu no caminho, se perde... sei lá, sou meio neurótica pra essas coisas e tenho a imaginação fértil demais para desastres. ($)



Garten Haus

A especialidade do Garten Haus é o café colonial, mas eles também servem jantar. Acabei não visitando porque eles não teriam disponibilidade para a minha data. Eles oferecem um pacote completo, com buffet, decoração, equipe para a festa, enfim, só ficam faltando os doces, a filmagem e a fotografia, basicamente. Eu acho esse estilo de pacote super prático. Muita gente não gosta de ficar "preso", principalmente por acreditar que consegue fazer um casamento bem mais barato procurando cada item separadamente, o que é verdade em muitos casos. O grande destaque do Garten Haus é a opção de fazer a cerimônia à beira do lago.  ($$)



Porto Vittória

O Porto Vittória tem duas opções de salão, sendo o maior com capacidade entre 300 e 500 convidados, dependendo da pista de dança. Para casamentos aos sábados, é exigido um mínimo de 250 convidados, o que é bem mais do que pretendo convidar. Já vi muitas fotos de casamentos realizados lá, e o espaço para a cerimônia à beira do lago é mesmo lindo. ($$$)


Em breve mais salões e casas de festas da capital. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Os estágios para tornar-se noiva

Encontrei esse texto delicioso de autoria da Dani, do blog Toda Noiva. Ela compara os estágios para tornar-se noiva com os estágios do luto, e não é que tem tudo a ver?

Segue um trecho: 

"E na minha cabeça, sempre vi semelhança entre os 5 estágios do luto com o processo de tornar-se noiva. Parece até piada mas é verdade! A noiva passa pelos mesmos estágios de uma perda para amadurecer dentro do mundo de casamento e finalmente poder se dizer uma noiva preparada.

Então a verdade é que a noiva somente consegue assumir esse papel integralmente, com todos os bens e males desse ofício, depois que consegue sobreviver aos choques que só esse mercado tem a oferecer."

 Leia o texto completo aqui. A leitura do texto pode ajudar - e muito - a entender alguns dos assuntos que tratarei nas próximas postagens.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Decidimos nos casar. E agora?

Vocês conversaram e decidiram que o casamento é mesmo a opção de vocês. Agora vem aquele momento de felicidade, de compartilhar a notícia com os amigos e os familiares queridos. Passada a empolgação inicial da novidade ("Vamos nos casar!"), surgem as primeiras perguntas. Como será a cerimônia? Teremos recepção? Para quantos convidados? Antes de começar a responder a essas perguntas, é preciso pensar um pouco na própria personalidade e buscar se conhecer.

Não se case para realizar seus sonhos

É isso mesmo, você não leu errado. Decidir se casar com o objetivo de realizar aquele sonho mágico de se vestir igual a uma princesa, tirar mil fotos belíssimas e ser paparicada é um grande erro. Bem como fazer uma festa quase faraônica somente para impressionar os convidados. Primeiro, a festa não é só da noiva. Sim, o noivo tende a ficar em segundo plano, mas se você, noiva, quer fazer uma festa exatamente como sempre sonhou, sem abrir mão de um mísero detalhe, cuidado. Transformar o dia que seria do casal em um festival de egocentrismo é uma cilada que pode gerar grandes ressentimentos no futuro. Você não precisa de um noivo para dar uma festa de arromba que celebre a sua pessoa. Quem disse que um festão de aniversário não pode ter o buffet, a decoração e os fotógrafos de um casamento? Procure pensar mais em elementos que celebrem e valorizem a união de vocês, e não o quão bonita você fica em um vestido branco.



Qual vai ser o estilo da festa?

É preciso definir a cerimônia, se será religiosa, civil, etc. E na sequência como será a recepção, se será almoço, brunch, jantar, coquetel, jantar + festa... as opções são inúmeras, e posso fazer mais posts sobre isso mais para frente.

Quem vamos convidar?

Os convidados mais difíceis de selecionar costumam ser os colegas de trabalho e os parentes. Quanto ao primeiro grupo, procurem se concentrar não na importância das pessoas dentro da empresa, mas na importância que eles tem para vocês. Por exemplo, não é porque o fulano é seu chefe que você tem a obrigação de convidá-lo. Procure avaliar se os colegas representam algo para vocês no âmbito pessoal, não apenas profissional. As pessoas tem o péssimo hábito de já se sentirem convidadas só de ouvirem você mencionar que vai se casar, mas não se acanhe com isso. Se aquele colega de trabalho com quem você mal tem contato resolver se sentir ofendido por não ser convidado, ignore. O mau educado da história é ele, não você.

Quanto aos parentes, a questão se complica ainda mais. Eu acredito que os conceitos de familiar e parente são duas idéias diferentes. Familiar é aquela pessoa que torce por você, que fica feliz em estar na sua presença e comemorar suas vitórias. Parente é aquele penduricalho chato que você acaba convidando só por obrigação e que comparece ao casamento só pela comida. Sou da opinião de que nem todo o parente precisa ser convidado, é preciso avaliar. O mesmo vale para semi-conhecidos. Por isso, pense bem se vocês precisam mesmo convidar aquele irmão do sogro do primo só porque ele passou um Natal na sua casa três anos atrás.



Definindo um orçamento

Casar envolve definir uma imensa quantidade de detalhes. São tantas coisas para decidir que fica difícil fazer uma previsão do quanto tudo irá custar. Se vocês tiverem parentes ou amigos próximos que se casaram recentemente, e com quem tenham abertura para conversar sobre questões financeiras, então já possuem um canal para descobrir alguns valores. Se não tem a quem perguntar, comecem a pesquisar em blogs e a enviar pedidos de orçamento por e-mail para os mais diversos fornecedores: salão, buffet, decoração, fotografia... Assim será possível fazer uma média dos preços praticados no mercado e começar a estimar os valores do casamento.  

Se não sabe exatamente qual será o estilo da festa, faça orçamentos variados.

A partir do orçamento preliminar (leia-se média dos preços do mercado), é possível definir a data (quando gostaríamos de casar + quando poderemos casar) e, enfim, iniciar os preparativos!